Automatizando todo processo de britagem
Após a primeira etapa de britagem, o material que segue pelas correias transportadoras ainda é supervisionado por outro sensor de nível, que avalia ocorrência de entupimento no chute do transportador e paralisa o processo automaticamente quando necessário.
Nas fases de rebritagem, surge outra inovação, pois foram adotados dois britadores cônicos no lugar de um cônico e um de impacto (VSI). Nesse caso, o secundário é do tipo HP 500 e o terciário HP 300 e ambos, além do controle de alimentação, possuem também o ajuste de abertura automatizado, o que confere agilidade na calibração e reduz a exposição humana ao risco, já que o ajuste é feito de dentro da cabine de operação. “Posso dizer com segurança, após esses dois anos de operação, que a cubicidade e a granulometria do material final produzido pelo britador cônico, seja ele brita ou areia, é de ótima qualidade”, afirma Gonçales.
No fim do processo, as britas dos mais variados tipos são empilhadas ou armazenadas em silo de 60 toneladas de capacidade. Nessa etapa entra a outra inovação da Pedreira Itapeti, respondendo pela produção de areia de brita por um processo de captação a seco, o que, segundo Gonçales, é avançado ambientalmente, pois reduz a probabilidade de impactos passíveis da produção de areia lavada com seus tanques de rejeitos. Ele é inovador também, avalia ele, na produtificação da linha de britagem, transformando o que seria rejeito em material comercialmente atrativo e cuja demanda cresce exponencialmente ano a ano.